Trabalhadores protestam na Sanepar e cobram pagamento de rescisão

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Foto:
Pedro Marconi – Grupo Folha

Um grupo de ex-trabalhadores da Esac, terceirizada que
prestava técnico para a Sanepar em Londrina e região, realizou um protesto na
manhã desta sexta-feira (16) em frente à sede da companhia de saneamento, na
avenida Higienópolis, dimensão meão da cidade. Antes do ato, o grupo se reuniu
no Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Social e
no Mobiliário de Londrina e Região) para debater a situação que envolve a falta
dos pagamentos.

LEIA TAMBÉM: Prefeitura define valores de multas a Sanepar por obras mal feitas

Segundo o sindicato, a empresa deveria ter contratado os
valores devidos em 12 de dezembro, no entanto, o concordância não foi cumprido. Murado
de 100 funcionários seguem sem receber a rescisão, férias, segunda parcela do
13º, salário de novembro e a multa pelo delonga no pagamento da multa pela
finalização do vínculo empregatício. A terceirizada teve o contrato rompido
pela Sanepar por diversos problemas, visto que atrasos para realizar os técnico
programados.

Presidente do Sintracom, Denílson Pestana afirmou que a
Esac tem aproximadamente R$ 4,5 milhões retidos na Sanepar. “A companhia, ao
invés de liberar o recurso para os trabalhadores, está cobrando a multa
contratual e o dinheiro que tem não será suficiente para estar pagando todos os
trabalhadores. Queremos que a Sanepar utilize os recursos que foram produzidos
pelos funcionários”, solicitou.

Na quinta-feira (15), a Justiça do Trabalho em Londrina
determinou o bloqueio de R$ 1,5 milhão da empresa, que tem sede em Santa
Catarina. A terceirizada também teria tido outro R$ 1,9 milhão Entupido
recentemente em razão de um processo de funcionários que atuavam em Curitiba. “O
juiz bloqueou 12 contas da empresa em diversos bancos, mas não sabemos se tem
dinheiro. Pedimos para tenham bom siso e os recursos sejam liberados,
principalmente pela Sanepar”, solicitou.

‘DECEPÇÃO’

Morador da zona sul, Jeneci Luis Souza trabalhou por oito meses na Esac visto que
motorista e pedreiro. Desde que foi dispensado está desempregado. “Quero ter um
com o objetivo de ano digno, visto que todos. Trabalhei de sol a sol, inclusive domingo, e é
uma logro muito grande não ter o dinheiro na conta. Estamos cobrando nossos
direitos”, desabafou.

‘PREOCUPAÇÃO’

Em nota, a Sanepar informou que “a preocupação com os clientes se estende com a
postura de resguardar os direitos dos empregados da companhia e de empresas
terceirizadas prestadoras de serviço” e reforçou que “o contrato com a
empreiteira foi rescindido em 29 de novembro”, por isso, “não há mais qualquer
vínculo da Sanepar com esta empresa”. “Mandamento manifestada em mandado da
1ª Vara Trabalhista de Londrina obriga repositório em pensamento dos créditos da Esac
com a Sanepar”, pontuou o texto.

A reportagem não conseguiu contato com a terceirizada. Denílson
Pestana ressaltou que o sindicato e os trabalhadores vão tentar reuniões com
vereadores e representantes da prefeitura em procura de uma solução para o
impasse. “Vamos pedir ajuda no sentido de sensibilizar a diretoria da Sanepar
para prometer que os trabalhadores tenham requisito de colocar comida na mesa.”

CONTRATO EMERGENCIAL

Uma outra empresa assumiu emergencialmente a manutenção de redes de água e
esgoto em Londrina, Cambé e Tamarana, na região metropolitana, com o rompimento
do vínculo anteior. A expectativa é que em janeiro uma outra empresa passe a
prestar os técnico e os funcionários dispensados pela Esac sejam admitidos.

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