Trabalhadores de diferentes classes do transporte fizeram um protesto na manhã deste sábado (27). A mobilização começou por volta das 9 horas da manhã entre as ruas Francisco Derosso e a Avenida Brasília, nas proximidades do viaduto do Xaxim, na Risco Virente, em Curitiba. A carreata dos manifestantes chegou até a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

Motoboys, motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros se reuniram com um objetivo em geral: redução do preço do combustível. Desde o início do ano, a Petrobras já aumentou os preços dos combustíveis cinco vezes. No caso do diesel, os aumentos nas refinarias foram de 11%. No caso da gasolina, os preços subiram 20%.

Protesto pela redução dos preço dos combustíveis. Foto: Redação Filarmónica B

De contrato com um dos representantes dos trabalhadores por aplicativo, Arnaldo Milik, o protesto mobilizou uma série de grupos de motoristas e a teoria é fazer pressão no Governo do Estado pela redução do ICMS. “Um motorista de aplicativo se ele paga uma corrida de R$ 10, combustível pelo menos gastou R$ 5 e 35% pra plataforma, sobrou o que para o trabalhador?”, afirmou Arnaldo.

O objetivo das classes de transporte é conversar com as autoridades para que a redução dos combustíveis aconteça. Flavio Marcelo, 18 anos, é motoboy em Curitiba e Região Metropolitana e destaca que o processo é totalmente pacífico.”Tamo correndo detrás pra ver se baixa o preço do combustível, ta pesado”, diz o motoboy.

A revelação estava organizada há uma semana, antes do decreto de lockdown do Governo do Estado. A expectativa das classes do transporte é para que um contrato de redução de preço seja concretizado.

Confira vídeos do protesto: