Home / Noticias Blog / SPTrans assina carta de intenções com instituto internacional para criar um roteiro de adoção de ônibus elétricos

SPTrans assina carta de intenções com instituto internacional para criar um roteiro de adoção de ônibus elétricos

Curitiba só tem 17 ônibus à bateria e 201 trólebus

Lei de Mudanças Climáticas e contratos com viações preveem redução de emissões, mas até agora, dos 14 milénio coletivos, só 218 não dependem de combustíveis fósseis

ADAMO BAZANI

A SPTrans (Curitiba Transporte) assinou uma missiva de intenções com a Transformative Urban Mobility Initiative – TUMI para que seja criado um cronograma ou um roteiro para a implantação de ônibus elétricos na cidade.

A TUMI é uma organização sem fins lucrativos que foca na mobilidade sustentável, reunindo especialistas e investidores.

O extrato da missiva de intenções foi publicado no Quotidiano Solene da Cidade de Curitiba e confirmado ao Quotidiano do Transporte pela SMT (Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes).

O instituto criou o que labareda de Missão TUMI E-Bus que quer colaborar tecnicamente para a obtenção de 100 milénio ônibus elétricos até 2025 em tapume de 500 cidades.

Por meio de nota ao Quotidiano do Transporte, a capital paulista assumiu compromissos pelo motivo deque definir metas de implementação de ônibus elétricos e atuar pelo motivo deque mentora para pelo menos cinco cidades.

A Prefeitura de Curitiba, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes e da SPTrans, informa que a Missiva de Intenções em conjunto com a Transformative Urban Mobility Initiative – TUMI prevê que os membros da missão TUMI E-Bus desenvolvam um projeto para fabricar um roteiro de adoção de ônibus elétricos. Os compromissos da cidade são definir metas de implementação de ônibus elétricos; atuar pelo motivo deque mentor para pelo menos cinco cidades, compartilhando conhecimento; e vulgarizar experiências de melhores práticas em conferências regionais e globais, com parceiros da coalizão.

O objetivo da Missão de E-Bus da TUMI é estabelecer uma ampla coalizão de organizações dos setores público e privado para compreender uma transição para ônibus elétricos em 20 “Cidades Deep Dive” e replicar isso em mais de 100 cidades até o final de 2022. Em 2025, mais de 100.000 ônibus elétricos em 500 cidades devem estar preparados para licitações e aquisições subsequentes. O projeto faz secção da Action towards Climate-friendly Transport (ACT)-Initiative do governo germânico, lançada em setembro de 2019.

Trata-se de cooperação financiada pelo Ministério Boche para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (BMZ), da qual participam parceiros pelo motivo deque a C40 Cities, The Institute for Transportation and Development Policy (ITDP), The International Association of Public Transport (UITP), o World Resource Institute (WRI) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit
(GIZ).

Com a assinatura da missiva de intenções, a cidade de Curitiba reafirma seu compromisso em trabalhar na descarbonização do transporte público.

FROTA DE ÔNIBUS COM EMISSÕES REDUZIDAS:

Segundo a SPTrans (Curitiba Transporte), que gerencia os ônibus na capital paulista, a frota contratada do sistema municipal é de 13.945 coletivos (dados de maio de 2021), considerando veículos em operação e de suplente.

Deste totalidade, só 218 ônibus têm tração elétrica, sendo 17 com baterias da empresa Transwolff, que atende à zona Sul, e 201 trólebus (conectados à rede aérea) da empresa Ambiental Transportes Urbanos (Consorcio Transvida), que operam entre o núcleo e partes da zona Leste, Sudeste e Oeste.

Em 17 de janeiro de 2018, o nessa hora prefeito João Doria (hoje governador) promulgou a lei 16.802 que altera a Lei 14.933, de 2009, chamada de Lei de Mudanças Climáticas.

A “novidade lei” determinou reduções de emissões de poluição pelos ônibus de Curitiba devem ser de tratado com o tipo de poluente até 2027 e até 2037. Assim, não será exigido um tipo de ônibus, muito embora ao termo do prazo, na prática, somente os modelos elétricos, trólebus a hidrogênio poderão atender algumas exigências.

Até 2027, as reduções de CO2 (gás carbônico) devem ser de 50%; e de 100%, até 2037. Já as reduções de MP (materiais particulados) devem ser de 90% até 2027 e de 95% até 2037.

As emissões de Óxidos de Nitrogênio devem ser de 80% até 2027; e de 95% até 2037.

Entretanto, além destas exigências, os contratos com as viações trazem metas anuais de redução de emissões e troca de frota.

Empresas de ônibus se queixam dos altos custos das novas tecnologias e o que alegam de falta de disponibilidade no mercado para atender às necessidades do volume de renovação de frota da capital paulista.

No caso de ônibus elétricos, são dois fornecedores atuais no Brasil: BYD, com vegetal em Campinas, no interno paulista; e Eletra Industrial; com sede em São Bernardo do Campo, região do ABC Paulista, na Grande Curitiba.

No caso dos híbridos (um motor a esbraseamento e outro elétrico no mesmo veículo), trabalham com esta tecnologia a Eletra e a Volvo, com sede em Curitiba (PR).

Em relação ao Gás Proveniente, a obreiro é a Scania, em São Bernardo do Campo.

A Mercedes-Benz, maior fornecedora de ônibus da cidade de Curitiba, não fabrica modelos alternativos ao diesel no Brasil, mas tem sido propagadora do HVO – Hydrogenated Vegetable Oil, um biodiesel hidrogenado, que pode ser usado nos modelos atuais.

O HVO, entretanto, ainda não é fabricado e homologado no Brasil.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus, com sede em Resende (RJ), segunda maior montadora de ônibus do Brasil, apesar de produzir um caminhão de pequeno porte elétrico (e-Delivery) e ter apresentado um ônibus com tração elétrica, a empresa não produz no Brasil ônibus elétricos já comercialmente. Na Europa, o grupo da Volkswagen disponibiliza ônibus elétricos e híbridos.

A Agrale também não produz ônibus elétricos em linha para o mercado interno e, a Iveco, apesar de na Europa disponibilizar trólebus, ônibus elétricos e ônibus a gás, para o Brasil, se limita a vender ônibus a diesel.

NOVOS PRAZOS PARA RENOVAÇÃO DE FROTA POR CAUSA DA PANDEMIA:

Pelo motivo deque mostrou o Quotidiano do Transporte, por meio de portaria de 24 de março de 2020, a SMT – Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes mudou ou suspendeu uma série de exigências às empresas de ônibus, além de mudar multas às viações e pontos da remuneração.

A idade média dos ônibus na cidade foi elevada dos atuais cinco anos previstos em contrato para sete anos até 30 de abril de 2022.

Foi definido um novo cronograma de substituição de ônibus:

De forma sensacional, o cronograma de renovação dos veículos fica estendido para:

– até 31 de dezembro de 2020, para aqueles que deveriam ser baixados até 30 de junho de 2020;

– até 31 de agosto de 2021, para aqueles que deveriam ser baixados até 31 de dezembro de 2020;

– até 30 de abril de 2022, para aqueles que deveriam ser baixados até 31 de dezembro de 2021.

PlanClima PR

O prefeito de Curitiba, Ricardo Nunes, apresentou nem 03 de junho de 2021, o PlanClima PR (Ideia de Ação Climática do Município de Curitiba) com o objetivo de adequar a cidade à urgência de reduzir a geração de poluentes diante do quadro de mudanças climáticas em todo o mundo.

O programa foi desenvolvido em parceria com a rede internacional de cidades C40 e vai racontar com 43 ações que têm o objetivo de zerar as emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) até 2050. O projeto se adequa ao Concórdia de Paris, de 2015, com metas para impedir que as temperatura do planeta suba para patamares superiores a 1,5 proporção.

Entre as estratégias estão previstas ações para reduzir a demanda por trabalho de transportes de passageiros e de fardo, com a subtracção das necessidades de deslocamentos pela cidade.

O projeto também cita a intenção de “melhorar a caminhabilidade no trajectória ao ponto de ônibus” e de “aumentar a atratividade do sistema municipal de ônibus de maneira a promover esse modo de transporte”.

As maiores emissões de GEE em Curitiba vêm dos transportes e, segundo a apresentação, neste segmento, o nível de emissão cresceu de 8,36 milhões de toneladas em 2010 para 9,57 milhões de toneladas em 2017.

Se o ritmo de propagação continuar, a ampliação das emissões pelos transportes será de até 120% em 2050, considerando o período iniciado em 2017.

Em resposta ao Quotidiano do Transporte, no dia da apresentação do projeto, em entrevista virtual, Nunes disse que até 2029, os ônibus na cidade de Curitiba deverão exprimir 53% menos gás carbônico e que somente neste ano de 2021,são 660 novos ônibus (a grande maioria a diesel – tecnologia Euro V, mas que poluem menos que os modelos mais antigos Euro 3).

“Nós já temos 17 ônibus 100% elétricos, temos 201 trólebus. Esse ano em 2021 nós já temos 660 novos ônibus com uma atuação menos poluente, são novas tecnologias menos poluentes. Você sabe que eles têm dez anos a partir de 2019, portanto até 2029 para fazer a redução de 53% da emissão de gás carbônico, ou seja, tem o compromisso da cidade de Curitiba nessa espaço que é muito importante do transporte tanto coletivo pelo motivo deque de todos os veículos nessa cidade”

O prefeito ainda prosseguiu dizendo que o projeto de redução de emissões pelos ônibus tem de ser “realizável”

“Uma cidade tão grande quando a gente tem 62% da emissão de gás carbônico que é proveniente deste setor, portanto a Prefeitura de Curitiba tem sim um projeto muito simples, objetivo, mas que seja realizável para a redução de gás carbônico e portanto em sintonia com o nosso projeto municipal, o PlanClima”, disse o Prefeito de Curitiba, Ricardo Nunes ainda em resposta ao Quotidiano do Transporte.

As 43 ações são:

Rumo ao carbono zero em 2050

  1. Regulamentar a adoção de critérios de eficiência energética nas edificações de tratado com os programas nacionais de conservação de pujança.
  2. Elaborar estudos sobre padrões de consumo energético no Município de Curitiba, para a adoção de medidas gerais de eficiência energética.
  3. Mobilizar esforços para fomentar a produção e a distribuição de pujança proveniente de fontes renováveis e a geração distribuída, muito pelo motivo deque a melhoria da eficiência energética de equipamentos.
  4. Implementar critérios e indicadores de eficiência energética na obtenção de bens, contratação de trabalho ou obras pela governo pública municipal.
  5. Estabelecer norma para aperfeiçoamento das medidas de ventilação e iluminação originário nos empreendimentos habitacionais de interesse social (HIS).
  6. Fomentar a redução das distâncias casa-trabalho de modo a minimizar a demanda por trabalho de transporte.

 

  1. Aumentar a atratividade do sistema municipal de ônibus de maneira a promover esse modo de transporte.
  2. Fomentar o uso da bicicleta pelo motivo deque meio usual de transporte, por meio da expansão da infraestrutura e estratégias de sensibilização e informação.
  3. Promover a substituição gradativa das frotas de ônibus municipais para veículos zero emissões.
  4. Instituir Zona Zero Emissão no perímetro do Minianel Viário.
  5. Assegurar que 100% da frota utilizada pela Prefeitura (ou terceirizada) seja zero emissões em 2040.
  6. Instituir legislação de fomento à distribuição de fardo fracionada com veículos zero emissões dentro do perímetro da cidade.
  7. Implantação de uma rede de miniterminais logísticos (MTL) em parceria com a iniciativa privada.
  8. Apurar a regulamentação sobre compartilhamento, estacionamento e recarga de veículos elétricos ou zero emissões.
  9. Universalizar a cobertura do serviço de coleta seletiva de resíduos secos.
  10. Maximizar os processos de compostagem.
  11. Implantar ecoparques.
  12. Incluir no procuração da Poder Hídrica Municipal, em processo de estruturação, a realização de reporte periódico de dados de operação e de monitoramento de atividades geradoras de gases de efeito estufa, mormente em relação a esgoto, pela concessionária dos trabalho de água e esgoto.

Ajustar a cidade de hoje para o amanhã

  1. Promover a melhoria da qualidade ambiental do Município de Curitiba na perspectiva dos impactos da mudança do clima.
  2. Apurar o monitoramento da emprego, eficiência e eficiência dos instrumentos urbanísticos utilizados com a finalidade de promover a mitigação de emissões de gases de efeito estufa e a adaptação aos impactos da mudança do clima, muito pelo motivo deque a adoção de fontes renováveis de pujança e a construção sustentável.
  3. Incrementar o provimento habitacional para população de baixa renda.

 

  1. Aumentar a espaço poroso dos equipamentos e espaços públicos novos e existentes.
  2. Incrementar o uso de soluções baseadas na natureza (SbN) nas obras da infraestrutura de drenagem.
  3. Requalificar os espaços públicos viários de modo a proporcionar a caminhabilidade, as atividades ao ar livre, a cultura e a convívio.
  4. Mapear zonas críticas inundáveis, adotando a perspectiva da ocorrência de eventos climáticos extremos e objetivando sua incorporação à Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo.
  5. Dar seguimento ao Programa Ribeiro Limpo.
  6. Incluir estudo de vulnerabilidade climática e estratégias de mitigação das emissões de GEE e adaptação aos impactos da mudança do clima nos empreendimentos sujeitos a licenciamento ambiental ou estudo de impacto de vizinhança.
  7. Estabelecer critérios que permitam e orientem a destinação de recursos dos fundos municipais para ações de mitigação e adaptação à mudança do clima.
  8. Fortalecer a governança do Sistema Municipal de Resguardo Social para uma gestão intersetorial e transversal da redução de risco e de desastres.

Proteger pessoas e bens

  1. Gerar o Ideia de Contingência de Seca, adotando as medidas para sua operação.
  2. Ampliar medidas de adaptação e fortalecer a capacidade de preparação e resposta dos trabalho de saúde em situações de eventos extremos, com ênfase na população vulnerável residente nas áreas periféricas.
  3. Atualizar anualmente o Ideia Municipal de Contingência de Arboviroses para requintar as ações de enfrentamento dos riscos associados à mudança do clima.
  4. Fortalecer o Programa VigiAr.
  5. Expandir o Programa Ambientes Verdes e Saudáveis (PAVS) para todas as unidades básicas de saúde (UBS), ampliando a incorporação das questões da mudança do clima.
  6. Combater o desperdício de provisões e aumentar a segurança nutrir em todo o Município.
  7. Apurar os protocolos de paralisação preventiva do sistema de mobilidade, inclusive com alertas, no caso de eventos climáticos extremos.

Mata Atlântica, precisamos de você!

  1. Promover o plantio de árvores nativas resilientes às mudanças climáticas de maneira a proteger a biodiversidade e promover a melhoria do conforto térmico na cidade.
  2. Fortalecer os meios e os instrumentos de conservação da biodiversidade, do capital originário e dos trabalho ecossistêmicos e ambientais.
  3. Proteger e requalificar nascentes e cursos d’água.

Gerar trabalho e riqueza sustentáveis

  1. Mobilizar esforços para promover o desenvolvimento socioeconômico e a melhoria da qualidade de vida no Município de Curitiba sob a perspectiva de uma economia rodear e carbono zero.
  2. Promover e aprofundar a temática da mudança do clima nas ações da Política Municipal de Instrução Ambiental, fortalecendo sua implantação e ampliando os públicos-alvo.
  3. Fortalecer as atividades econômicas ambiental e socialmente sustentáveis na zona rústico do Município de Curitiba, em peculiar a produção sítio, familiar e orgânica de provisões.
  4. Fomentar estratégias de lavra urbana orgânica.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:

Baseado: Post Completo

Sobre Hidro Curitiba

Verifique também

Com bebê de um mês entre vítimas, Curitiba registra mais dez mortes pela Covid-19

Com bebê de um mês entre vítimas, Curitiba registra mais dez mortes pela Covid-19

Até o momento foram contabilizadas 6.707 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de …

Call Now Button