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Requião e PT irão separados na disputa pela Prefeitura de Curitiba

Requião entra na disputa pela Prefeitura de Curitiba, mas sem o apoio do PT.

Algumas horas após o ex-senador Roberto Requião (MDB-PR) afirmar, na sexta-feira (7), que disputaria a Prefeitura de Curitiba em 2020, o diretório municipal do PT se reuniu para reafirmar que lançará candidato próprio.

Os petistas curitibanos decidiram, também, que buscarão até maio o consenso interno entre as pré-candidaturas dos deputados Zeca Dirceu e Tadeu Veneri e dos ex-parlamentares Angelo Vanhoni e Dr. Rosinha.

De acordo com uma fonte do Blog do Esmael no PT da capital paranaense, a disputa prévia está descartada e coligações só com partidos de esquerda (vide resolução nacional do partido).

Quanto à aliança com Requião, disse a fonte, ficou no “segundo plano”, qual seja, não mereceu maior importância no jogo interno do PT.

O desdém petista para com a candidatura do ex-senador não passou despercebido por um dirigente, que preferiu não se identificar: “Requião candidato é a salvação da lavoura, um líder corajoso e firme, tem lado e não vacila. Foi a única grande liderança que defendeu os petistas em público enquanto alguns dirigentes do PT se escondiam debaixo da cama”, disse, referindo-se à perseguição da Lava Jato.

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Se de um lado há uma separação “amigável” entre PT e Requião, de outro a candidatura do ex-senador une o clã e correligionários emedebistas do Paraná, que ameaçavam se espalhar.

A decisão de Roberto Requião de concorrer a prefeito de Curitiba, em outubro, teve efeitos internos imediatos no MDB. Seu sobrinho, o ex-deputado João Arruda, declinou da disputa em favor do tio e adiantou que sairá candidato a vereador para ajudar a chapa.

A candidatura de Requião pode ter um sentido “libertador” de Curitiba porque a cidade está presa ao conservadorismo e aos monopólios –sobretudo aos do lixo, transporte coletivo e da informática.

Mas também tem o propósito de “relançar” Requião na política, haja vista que ele perdeu a eleição para o Senado em 2018. Independente do desempenho nas urnas, em outubro, o emedebista ganharia musculatura para decidir seu futuro e da família.

É pouco? Que nada. A fórmula permitiria ao velho emedebista a volta ao Senado ou ao governo, em 2022, bem como ampliaria a votação do filho Requiãozinho na Assembleia Legislativa e garantiria ainda um lugar ao Sol para o sobrinho, que é presidente o MDB do Paraná.


Fonte: Post Completo

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