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Em três anos, asfalto novo chega a 533 ruas de Curitiba

Os serviços são responsabilidade do Departamento de Pavimentação e da Unidade Técnica de Infraestrutura de Pavimentação (Utip) da Secretaria Municipal de Obras Públicas. Como há ruas que recebem melhorias em mais de um trecho, o número de ações ultrapassa a quantidade de vias, que hoje apresentam condições de tráfego melhores do que tinham antes das obras. Foram realizadas 600 ações de pavimentação. São 538 intervenções concluídas (266.361 metros) e 62 em andamento (33.674 metros).

O prefeito Rafael Greca, que acompanha de perto a execução das obras de pavimentação fazendo vistorias periódicas, garante que o ritmo dos trabalhos deve continuar intenso no próximo ano. “Cuidar bem de Curitiba é nosso dever e nossa satisfação maior. Requalificamos o piso de 533 ruas. São mais de 300 quilômetros de asfalto novo até aqui e vamos avançar. Mais pudermos, mais faremos”, diz o prefeito.

Exemplos

Entre as ruas que receberam asfalto novo em 2019 está a Francisco Derosso, no Xaxim. Foram feitos trabalhos em 2.172 metros do trecho entre as ruas Antônio Rebelatto e Waldemar Loureiro Campos.

Morador e proprietário de uma casa de carnes na Rua Francisco Derosso, Antônio Carlos Pereira acredita que a revitalização do pavimento é um ganho na qualidade de vida. “Vivo e trabalho há 28 anos nesta rua e estou comemorando estas obras. Asfalto novo é uma maravilha! E, olha, ando por toda Curitiba e vejo muitas melhorias”, constatou Pereira.

Critérios

Para que as ruas sejam revitalizadas são obedecidos alguns critérios. São prioritárias as vias onde estão instalados equipamentos públicos, como unidades de saúde e escolas, e/ou servem de corredor para os ônibus do sistema de transporte coletivo. A população também pode opinar sobre quais ruas merecem obras de pavimentação ao participar das audiências públicas e dos encontros do programa Fala Curitiba.

Fim do pó e da lama

O incômodo gerado pela poeira em dias secos e a lama em períodos chuvosos faz parte do passado de moradores que têm suas casas em 27 ruas de saibro que passaram pela implantação de asfalto e de infraestrutura de drenagem. As obras fizeram parte da primeira etapa do programa de asfalto sobre saibro e chegaram a 4.975 metros de vias que cortam bairros de oito das dez administrações regionais de Curitiba.

De acordo com o secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo Rodrigues,  a segunda etapa do programa de asfalto sobre saibro da Prefeitura começou ainda em dezembro.

“Outras 26 ruas passaram a receber pavimento asfáltico. No total, serão mais 6.057 metros de asfalto novo em bairros das regionais Boqueirão, Cajuru, Bairro Novo, Pinheirinho, Tatuquara, Cidade Industrial de Curitiba (CIC), Santa Felicidade e Boa Vista”, detalhou.

Para o secretário, o trabalho faz mais sentido quando dele resultam avanços para a sociedade. “O pó e a lama próprios do saibro estão dando lugar ao asfalto, que traz mais qualidade de vida para pessoas”, avaliou Rodrigo Rodrigues.

Benefício visto por José Julião Alves Filho, morador há 18 anos da Rua José Boiko, no bairro Santo Inácio. “Para quem já teve que enfrentar enxurrada com água entrando para dentro de casa, ver esta melhoria acontecendo é como mel na boca. Uma maravilha”, contou.

Novas etapas do programa serão lançadas pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). O plano da Prefeitura prevê a pavimentação com asfalto de 100 quilômetros de ruas de saibro.

Viaduto com alças

Além da série de ações para requalificar o pavimento de centenas de ruas, o Departamento de Pavimentação também atuou em outras obras viárias importantes para a cidade. Caso da construção das alças do Viaduto Pompéia e da trincheira da Rua General Mário Tourinho e da atuação no trecho norte da Linha Verde.

Em 25 de outubro de 2019 foram entregues as alças de acesso ao Viaduto Pompéia, no Tatuquara. O viaduto havia sido foi concluído em setembro de 2015 pela Autopista Planalto Sul/Arteris – concessionária responsável pela rodovia BR-116, mas, na ocasião, não ganhou as estruturas necessárias para viabilizar sua utilização.

As alças já deveriam ter sido construídas nos anos de 2015 e 2016, mas só a partir de 26 de setembro de 2018 a obra foi iniciada. O projeto para terminar o viaduto e recuperar a região foi feito pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC). As obras foram executadas sob a supervisão da Secretaria Municipal de Obras Públicas, que também revitalizou as ruas no entorno do viaduto.

Vizinho da cabeceira do Viaduto Pompéia, o motorista de táxi aposentado Avir Vieira dos Santos mora há 40 anos na Rua Francisco Xavier de Oliveira. Foi testemunha da evolução do bairro. “Aqui só tinha mato. Era um lugar esquecido. Fico bem feliz de poder acompanhar essa benfeitoria. É asfalto novo na minha rua e o viaduto, que estava largado, tendo utilidade. É coisa muito boa”, disse Santos.

Trincheira em construção

No fim do mês de setembro, foram retomadas as obras de construção da trincheira da Rua General Mário Tourinho, no cruzamento com a Avenida Nossa Senhora Aparecida, no bairro Seminário. O ano 2019 terminou com a cravação das 918 estavas metálicas que formarão as paredes na nova trincheira. Trabalho que deve continuar durante as primeiras semanas do próximo mês de janeiro.

Além da cravação das estacas, também foram relocadas as linhas de energia elétrica, estão sendo construídas as novas galerias de águas pluviais e as pistas estão ganhando uma nova base para receber camadas de pavimento asfáltico.

Na próxima fase da obra, começará a ser escavado o novo leito das pistas da Mário Tourinho, sob a Nossa Senhora Aparecida, onde o piso será feito de concreto para reforçar a estrutura da trincheira. A previsão é de que a obra seja concluída em abril de 2020.

Linha Verde Norte

No início do mês de dezembro, recomeçaram as obras do lote 4.1 da Linha Verde, no trecho de 2,84 quilômetros entre o Conjunto Solar e o Atuba. A intervenção passou a ser executada pelo consórcio Estação Solar, segundo colocado no processo licitatório realizado para a eleger a empresa que executaria a obra, após o contrato com a empresa vencedora ter sido rescindido.

A previsão é de que a obra dure 24 meses.




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